E os programas da tarde…?

Sem pilha: Alguém que leia meus posts já parou para tentar ver alguns dos programas que passam nos canais abertos brasileiros?
É uma sessão de tortura, para o caso de você ter cérebro e não tiver condições de pagar TV a cabo.
Quase todos se dividem entre apresentar programas de fofoca ou de discussões familiares.
De qualquer forma não consigo crer como alguém tenha tempo para perder ouvindo que a filha do ator XYZ estava caminhando no parque ou então que o pit-boy-gay brigou com sua namorada na rua e os dois foram parar na delegacia… Sinceramente, procurem uma matéria de verdade! Pouco me importa o que aquele ator e/ou atriz fazem em seu horário de descanso e acho um absurdo que os fofoqueiros de plantão se interessem por isso. É o cúmulo da falta do que fazer.
E os programas de discussão familiar? Será que você, nobre leitor, e que assiste a esse tipo de programa, de baixo calão, realmente acredita que duas pessoas, em estado de consciência normal, vão a um programa discutir se o filho é ou não do marido? Ou então pior: Alguém vai em rede nacional, dizer que traiu o marido e está lá discutindo com ele e pedindo o perdão dele? Esse tipo de programa é o fim da picada e eu não acredito como isso consegue dar ibope… Poderíamos estar divulgado mais notícias, filmes ou matérias culturais, mas não, parece que o brasileiro gosta de ouvir mesmo é uma fofoquinha e ver um barraco na TV…

Cada vez mais chego a conclusão de que a maioria dos brasileiros está é se lixando para os problemas a sua volta… Desde que ele continue assistindo seu barraco de camarote…

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2 respostas em “E os programas da tarde…?

  1. Chega a ser desesperador mesmo. Eu vejo muito pouca TV em geral. Me concentro mais em esportes e filmes, que na verdade são conteúdos que não dependem da produção dos programas, dependem só de transmissão.

    Em vez de perder o tempo com esses programas toscos, melhor faz quem vai passear, ler um livro ou alguma outra coisa que pelo menos seja saudável pra cabeça. Bizarrices cotidianas no Brasil são uma ode à ignorância e estupidez.

  2. O pior não é a qualidade dos programas, mas o conteúdo das matérias. Muito poderia ser explorado para o bem dos telespectadores. Coisas como informar sobre como fazer higiene pessoal, regras de cidadania, etc..

    Isso parece “démodé”, mas ajudaria muitos telespectadores vespertinos que, em sua maioria, são pessoas de baixa renda, sedentos por informação… principalmente as básicas, como a necessidade de escovar os dentes.

    O Ministério da Saúde deveria impor a tarja azul “a exposição ao produto causa danos irreversíveis ao cérebro”.

    Contudo, o pior é aquele momento da decisão, em que o exame de DNA vai esclarecer o assunto, ou a declaração final da corna ou do corno, ou a declaração de amor, ou qualquer informação bombástica vai, enfim, acabar com nosso sofrimento….. e o FDP do apresentador interrompe com aquela cara deslavada e diz: -O resultado, você vê daqui a pouco, depois dos nossos comerciais.

    Só que, quando o programa retorna, o safardana, ou a safardana, com a maior cara deslavada, diz: – o programa está no fim, e como a revelação é bombástica, amanhã você confere! Fique conosco!

    Isso é um estelionato televisivo…

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