Maná – No Ha Parado De Llover

Desde que te perdí
Desde que te perdi
La luz se ha puesto muy mojada
A luz se tornou muito molhada
mirada triste está nublada
Olhar triste está nublado
Y en mis ojos no ha parado de llover
E nos meus olhos não parou de chover

Solo y ya sin ti
Sozinho, já sem ti
Me tienes como un perro herido
Me tens como um cachorro ferido
Me tienes como un ave sin su nido
Me tens como uma ave sem seu ninho
Estoy solo como arena sin su mar
Estou só como areia sem seu mar

Quién detendrá la lluvia en mí
Quem fará parar a chuva em mim?
Oh no, no
Oh, não, não
Se me ha inundado el corazón
Inundou meu coração
Quién detendrá la lluvia en mi, oh mi amor
Quem fará parar a chuva em mim? Oh, meu amor
Solo tú puedes pararla
Só tu podes pará-la

Sigue lloviendo, le sigue lloviendo al corazón
Continua chovendo, continua chovendo no coração
Dime que diablos voy a hacer
Me diz, que diabos vou fazer?
Sigue lloviendo, le sigue lloviendo al corazón
Continua chovendo, continua chovendo no coração
Y en mis ojos no ha parado de llover
E nos meus olhos não parou de chover

No te comprendo, no entiendo que pasó
Não te compreendo, não entendo o que aconteceu
Si te di todo, quizás te di de más
Se te dei tudo, talvez te dei demais
Dime que faltó, dime que sobró, dime que pasó
Me diz o que faltou, me diz o que sobrou
Pero dime algo, pues me estoy muriendo
Me diz o que aconteceu, pois estou morrendo

Quién detendrá la lluvia en mi, oh no, no
Quem fará parar a chuva em mim? Oh, não, não
Se me ha inundado el corazón
Inundou meu coração
Quién detendrá la lluvia en mi, oh mi amor
Quem fará parar a chuva em mim? Oh, meu amor
Solo tu puedes pararla.
Só tu podes pará-la

Sigue lloviendo, le sigue lloviendo al corazón
ontinua chovendo, continua chovendo no coração
Dime que diablos voy a hacer
Me diz, que diabos vou fazer?
Sigue lloviendo, le sigue lloviendo al corazón, oh no no
Continua chovendo, continua chovendo no coração Oh, não, não
Y en mis ojos no ha parado de llover, yeah yeah
E nos meus olhos não parou de chover

Sigue lloviendo, le sigue lloviendo al corazón
Continua chovendo, continua chovendo no coração
Dime que diablos voy a hacer
Me diz, que diabos vou fazer?
Sigue lloviendo, le sigue lloviendo al corazón
Continua chovendo, continua chovendo no coração
Y en mis ojos no ha parado de llover
E nos meus olhos não parou de chover
No para de llover
Não pára de chover
No ha parado de llover oh no no
Não pára de chover, não pára de chover Oh, não, não

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O que é marketing?

Perguntei pra professora o que era Marketing.
Ela me explicou, mas, confesso que entendi muito melhor depois que li isso:
Na prática, é isso aí:

1. Você vê um cara numa festa.
Você vai até ele e diz: “Eu sou muito boa de cama.”
Isto é Marketing Direto.

2. Você está numa festa com um grupo de amigas e vê um cara.
Uma delas vai até ele e, apontando para você, ela diz: “Ela é fantástica na cama!”
Isto é Publicidade.

3. Você vê um cara numa festa.
Você vai até ele e consegue o seu telefone. Você liga no dia seguinte e diz: “Oi! Eu sou ótima de cama!
Isto é Telemarketing.

4. Você vê um cara numa festa.
Você se levanta, ajeita o vestido, vai até ele e diz: “Com licença..” e ajeita a gravata dele, roçando de leve no seu braço e conclui: “A propósito, eu sou muito boa de cama.”
Isto é Relações Públicas.

5. Você está numa festa.
Um cara se aproxima de você e diz; “Me disseram que você é maravilhosa na cama.”
Isto é Reconhecimento de Marca.

6. Você está numa festa e vê um cara.
Você o convence a ir para casa com a sua melhor amiga.
Isto é Representação de Vendas.

7. Sua amiga não o satisfaz e ele liga para você.
Isto é Suporte Técnico.

8. Você está indo a uma festa quando…
você se dá conta que poderia haver um monte de caras em cada uma das casas pelas quais você está passando. Você sai do carro e do meio da rua grita bem alto: “EU SOU FANTÁSTICA NA CAMA!”
Não faça isso: Isto é Spam.

Quando o dinheiro circula, não há crise

Maio de 2009, numa cidade litorânea do RS, muito frio e mar agitado, a cidade parece deserta… Os habitantes, endividados e vivendo as custas de crédito. Por sorte chega um viajante rico e entra num pequeno hotel.
Saca duas notas de R$ 100,00, põe no balcão e pede para ver um quarto. Enquanto o viajante vê o quarto, o gerente do hotel sai correndo com as duas notas de R$ 100,00 e vai até o açougue pagar suas dívidas com o açougueiro.
Este, pega as duas notas e vai até um criador de suínos a quem deve e paga tudo.
O criador, por sua vez, pega também as duas notas e corre ao veterinário para liquidar sua dívida.
O veterinário, com a duas notas em mãos, vai até a zona pagar o que devia a uma prostituta (em tempos de crise essa classe também trabalha a crédito)..
A prostituta sai com o dinheiro em direção ao hotel, lugar onde, as vezes, levava seus clientes e que ultimamente não havia pago pelas acomodações, e paga a conta.
Nesse momento, o gringo chega novamente ao balcão, pede as duas notas de volta, agradece e diz não ser o que esperava e sai do hotel e da cidade.
Ninguém ganhou nem perdeu nenhum vintém, porém agora toda a cidade vive sem dívidas e com o crédito restaurado, e começa a ver o futuro com confiança!

MORAL DA HISTÓRIA:
Quando o dinheiro circula, não há crise!

E os programas da tarde…?

Sem pilha: Alguém que leia meus posts já parou para tentar ver alguns dos programas que passam nos canais abertos brasileiros?
É uma sessão de tortura, para o caso de você ter cérebro e não tiver condições de pagar TV a cabo.
Quase todos se dividem entre apresentar programas de fofoca ou de discussões familiares.
De qualquer forma não consigo crer como alguém tenha tempo para perder ouvindo que a filha do ator XYZ estava caminhando no parque ou então que o pit-boy-gay brigou com sua namorada na rua e os dois foram parar na delegacia… Sinceramente, procurem uma matéria de verdade! Pouco me importa o que aquele ator e/ou atriz fazem em seu horário de descanso e acho um absurdo que os fofoqueiros de plantão se interessem por isso. É o cúmulo da falta do que fazer.
E os programas de discussão familiar? Será que você, nobre leitor, e que assiste a esse tipo de programa, de baixo calão, realmente acredita que duas pessoas, em estado de consciência normal, vão a um programa discutir se o filho é ou não do marido? Ou então pior: Alguém vai em rede nacional, dizer que traiu o marido e está lá discutindo com ele e pedindo o perdão dele? Esse tipo de programa é o fim da picada e eu não acredito como isso consegue dar ibope… Poderíamos estar divulgado mais notícias, filmes ou matérias culturais, mas não, parece que o brasileiro gosta de ouvir mesmo é uma fofoquinha e ver um barraco na TV…

Cada vez mais chego a conclusão de que a maioria dos brasileiros está é se lixando para os problemas a sua volta… Desde que ele continue assistindo seu barraco de camarote…

Tiradentes, MG – Roteiro de viagem

Viajamos no feriado de Nossa Senhora Aparecida para Tiradentes. A viagem do Rio para lá é um pouco longa, mas acredito que a forma mais acertada de ir é de carro, já que os pontos turísticos são mais afastados uns dos outros e para quem tem pouco tempo para curtir a cidade, de carro você consegue visitar mais pontos rapidamente.

Algumas observações de localização:
– Do Rio para Tiradentes são quase 340 quilômetros (dependendo de onde você saia);
– Eu levei na ida quase 6 horas para chegar, mas tive problemas como chuva, indisposição do meu filho e paradas consecutivas. Na volta foram 4 horas, levando em conta uma parada para lanche e descanso;
– Para chegar em Tiradentes, pegue a Av. Brasil sentido Campo Grande, entre na Washington Luiz e siga sentido Petrópolis, pela BR-040 até Juiz de Fora. Em certo ponto, a estrada deixará de ser BR-040 para BR-265. Siga nessa estrada até Tiradentes se orientando pela placas que primeiro indicarão Juiz de Fora, depois Santos Dumont, Barbacena e por fim Tiradentes e São João Del Rei;
– Na BR-040 prepare seu bolso: Entre a Washington Luiz e Três Rios serão 3 pedágios (atualmente cada um sai por R$7,50) ida e volta;
– Assim que sair da BR-265, você já estará em Tiradentes, basta seguir por essa avenida (Av. Gov. Israel Pinheiro) alguns poucos quilômetros até encontrar a linha férrea e praticamente já estará no Centro da cidade.
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Clima:
Talvez por ficar colada a Serra de São José (que me pareceu mais uma parede gigante), o clima em Tiradentes é de dia agradável a quente e noites frias. No hotel por exemplo, nem usamos ventilador ou ar condicionado a noite. Pelo contrário…
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Bancos:
Cuidado, na cidade só existe Itaú e Bradesco. Na lotérica, que fica no Largo das Forras você pode utilizar os serviços da Caixa Econômica. Outros bancos somente em São João Del Rei e não são todos.
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Estadia:

Existem muitas pousadas e hotéis na cidade. A maioria no estilo rústico. Ficamos na Pousada Serra Vista que atendeu as expectativas, porém achei que a gerência estava se descuidando na parte externa da pousada, mas nada absurdo.

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Pontos turísticos:
Na cidade existem várias igrejas, museus, restaurantes, praças para se conhecer. A maioria das atrações são acessíveis ou de graça (acesso a museus e igrejas) e vale a pena conhecer para se ter noção de um pouco da cultura deixada da época do império;
O centro histórico, diferente de outras cidades como Paraty, pode ser atravessado de carro (só cuidado porque a rua é de pedra e cascalho e muito ruim para a suspensão do veículo, então trafegue com cuidado);

Santuário da Santíssima Trindade (1810). Fica mais distante do Centro, porém tem uma bela visão e um lugar muito calmo;

Igreja Matriz de Santo Antônio (1752). É a principal igreja da cidade. Paga-se R$3,00 pela entrada e não é permitido foto do lugar;

Museu Padre Toledo (1777). Tem várias peças de arte da época de Tiradentes e um calabouço onde escravos ficavam trancados. Esse calabouço, por sinal, é muito deprimente e dá tristeza só de lembrar um pouco do passado obscuro do Brasil e o museu está em péssimo estado de conservação em alguns pontos;
Chafariz de São José (1749). Abastecia a cidade com água potável e servia para lavar roupas na época.
Igreja de São Francisco de Paula (1718). Uma das várias igrejas fechadas para visitação. A vista de um belo pedaço da cidade é a atração do local.

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Restaurantes:
Na cidade gostamos de alguns restaurantes como Vovó & Cia; Restaurante da Mercês (comida caseira muito boa) e Sapore D´Italia (massas e vinhos)

Existe também um passeio que todos falam de trem com uma Maria Fumaça, um trem de 1919 feito nos EUA.
O passeio em si é caro (R$30,00 por cabeça incluindo ida e volta), demora 35 minutos entre mato, pastagens e lagos que liga Tiradentes a São João Del Rei, porém, se resolver fazer, procure um dos guias que oferecem seus serviços ainda na estação de Tiradentes. Por algo entre R$20,00 e R$30,00 por cabeça, eles te levam para um passeio de até 01 hora e 30 minutos em São João Del Rei para conhecer várias igrejas e contar histórias muito interessantes. Nós fizemos esse passeio “rápido” de van e valeu muito a pena pelas histórias e cultura. E convenhamos, foi melhor do que não ter o que fazer lá até a hora de saída do trem de volta para Tiradentes.
Uma das atrações enquanto você espera o trem ficar pronto para seguir viagem, é giro necessário para fazer o trem virar para São João Del Rei. Isso é feito manualmente pelos funcionários utilizando uma rotunda.

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Alguns pontos turísticos de São João Del Rei:

Catedral Basílica N.S. do Pilar: Uma das mais ricas em ouro e uma das poucas que permitem que você fotografe a vontade. Não é cobrado nada para entrar e é uma das igrejas mais lindas que já conheci;
Igreja de São Francisco de Assis: Sustenta um belíssimo lustre em cristal Bacarat e tem obras de Aleijadinho. Uma das mais belas Igrejas também;

– Solar da Baronesa de Itaverava e Solar dos Neves: Belos solares (entenda como solar uma casa que possua varanda para visualizar o sol).

Outro ponto muito legal de ter feito o passeio com um guia, foi ter ouvido alguns causos que explicam algumas expressões usadas por nós hoje:
– Dizia que não havia, na época, molde para fazer telhas e por isso se usavam as coxas dos escravos como moldes. Isso explica um “trabalho feito nas coxas”;
– Na época que Portugal ainda comandava, o Rei solicitou que todos os “de posses” enviassem para Portugal, ouro, para que Lisboa fosse reconstruída. Aos que contribuiram, foi pedido que colocassem duas linhas onduladas, abaixo do telhado, em suas casas: Eira e Beira. Quem não havia contribuido, era alguém “sem eira nem beira”;
– Na época havia também algumas procissões, que na verdade eram apenas para roubar o ouro da localidade. Os ladrões colocavam por dentro das imagens, ocas, todo o ouro roubado e assim passavam pela cidade sem ninguém desconfiar. Era o famoso “santo do pau oco”;
Entre outros causos…

De volta a cidade de Tiradentes, vá as compras se você se interessa por arte. Existem várias lojas com todo dia de arte. Aproveite e dê um pulo em Bichinho (Fica uns 5 quilômetros para dentro da cidade) e lá você terá várias lojas de oficinas de arte muito legais. Só fique atento para os preços. Em Tiradentes, encontrei um peça que a Soraya gostou custando R$180 em uma loja e a mesma peça por R$35,00 duas lojas abaixo. Aliás, indico a loja de fábrica Toque Mineiro, fica no Largo das Forras (centro de Tiradentes) lá você tem blusas, imagens, e arte no geral por um preço bem mais em conta que todas as outras lojas e todo o material é de excelente qualidade, o que me fez pensar porque as outras lojas cobram tão caro por produtos iguais…

No caminho para Bichinho, passe pelo Museu do Automóvel da Estrada Real, dezenas de carros raríssimos e antigos estão em exposição, a entrada é apenas R$5,00 e você pode ler sobre os veículos e tirar fotos a vontade.

Uma coisa me deixou triste foi ver que alguns pontos como o Museu do Padre Toledo, um poço de cultura, está caindo aos pedaços e me parece que conta apenas com a contribuição dos visitantes (o ingresso é R$3,00 por pessoa). É triste ver que a cultura do seu país está se desintegrando e os governantes não cuidam desse patrimônio.

Bom, acho que era isso que eu queria passar. Em uma escala de 0 a 10 para essa viagem, eu dou 9. E é certeza de volta a Tiradentes.

As abelhas e sua importância (A suicida soberba humana)

Quando se pensa no fim da espécie humana, logo vem à mente a hipótese de uma guerra nuclear ou bacteriológica, um grande asteróide colidindo com o planeta, ou ainda grandes erupções vulcânicas que cobririam o céu de fumaça impedindo a passagem da luz do Sol e tornando inviável a manutenção da vida de animais e plantas. Em matéria de catástrofes, a imaginação voa longe. E costuma ser hiperbólica. Projeta cenários gigantescos, com muita pirotecnia e rangidos fantasmagóricos. Um filme de Hollywood daqueles de tirar o sono.

Mas há uma outra forma do planeta sucumbir de forma muito mais silenciosa, em muito pouco tempo. E pelo desaparecimento de um único e minúsculo inseto: a abelha. O que prova que há um delicado equilíbrio que não pode ser rompido impunemente. Cientistas têm dado o alerta. Por razões ainda desconhecidas, as abelhas estão desaparecendo nos Estados Unidos e na Europa. E eu com isso?, dirão em coro cidadãos de olho no pregão da Bolsa de Valores ou nas vitrines das lojas dos shoppings. A ignorância da maioria da população sobre a delicada teia de fenômenos naturais que nos mantém vivos, conduz a humanidade a uma soberba suicida.

Há uma frase atribuída a Einstein e que, no entanto, não teve até hoje a comprovação da autoria. Mas não importa o autor, a frase tem um enorme fundo de verdade: “Se as abelhas desaparecerem da face da Terra, ao ser humano restariam apenas quatro anos de vida”. OK, não vamos ser tão exatos. Mas o fato é que sem abelhas não há polinização, não há plantas, que alimentam animais e seres humanos. É claro que há alimentos que não precisam de polinização, mas o impacto sobre a vida no planeta seria devastador e impossível de prever. E se Einstein não disse a frase acima, disse esta: “Deus não joga dados”. Ou seja, há uma lógica no universo e no ecossistema que nos mantém vivos.

Antes que me chamem de louco, melhor pedir o testemunho de gente séria. Segundo a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO), as abelhas polinizam os frutos de 73% dos alimentos que consumimos. Há cientistas que falam em 50%. O fato é que não é pouco. “Nenhum inseto tem a capacidade de substituir as abelhas”, diz Ian Lipkin, diretor do Centro de Infecção e Imunologia da Universidade Colúmbia. Há outros que fazem o mesmo serviço, não com a mesma eficiência, mas que também estão sendo dizimados: borboletas, pássaros, vespas, besouros, mariposas e morcegos, por exemplo. A falta das abelhas seria mais catastrófica para a agricultura que o aquecimento global, afirma Diana Cox-Foster, da Universidade Estadual da Pensilvânia, nos EUA, que lidera o grupo de estudos sobre o sumiço das abelhas. Fala-se em vírus, em aquecimento global, em transgênicos… Há muito o que se pesquisar sobre os possíveis vilões.

Mas não é preciso ser nenhum grande especialista, enfim, para concluir, que a continuar a devastação da natureza, nós vamos nos ferrar. Com ou sem abelha!

Não é assustador, mas inquietante.
Minha esposa, anos atrás, quando se aposentou, fez dois cursos sobre jardinagem.
Aprendeu a imortância das abelhas, das vespas e das lagartas.
Em nosso quintal, havia colméia de pequenas vespas que destrui por duas vezes, com medo de ferroada. O professor explicou para minha esposa que aquele tipo de vespa não ferroa o ser humano e poliniza as plantas.
O mesmo falou das lagartas. Elas comem as folhas das plantas e acabam por destrui-las, parecendo um inseto nocivo. Mas elas serão as borboletas que polinizarão as mesmas plantas.
O importante é saber equilibrar: deixar que algumas plantas tenham suas folhas devoradas pelas lagartas, mas não destruir as lagartas. Isso salvará as outras plantas. É como o “boi de piranha” que é sacrificado para salvar todo o rebanho.

Por Celso Vicenzi (autoria não confirmada)