Cotas raciais? Um novo tipo de preconceito

O governo prepara aos poucos a ampliação da maior forma de preconceito da atualidade: As cotas raciais no acesso à faculdades federais, se espelhando no modelo já adotado na UERJ.
Do meu ponto de vista, não existe forma pior de segregar do que essa que inventaram na UERJ (uns 5 anos atrás) na época em que a “Família Garotinho” reinava no Estado.
Que tipo de lei, que se diz contra o preconceito, estipula cotas para negros e pardos, fazendo com que brancos deixem de entrar na faculdade só por conta de sua cor?
Eu não sou tão radical a ponto de dizer que essa forma de acesso deveria acabar de vez, mas se o governo que ser mais justo, deveria estipular então, cotas para os menos favorecidos financeiramente.
Nada mais justo do que uma cota social ao invés da racial
A regra atual é tão absurda que nos leva a situações esdrúxulas.
Para entender: Quem define a cor de sua pele é você mesmo! Então, basta na hora que for se cadastrar no vestibular, dizer que você é negro, amarelo, pardo, sei lá!
Outra situação criada pela cota racial, foi mostrado anos atrás pela reportagem da TV Globo, onde foram indagar como era a vida dos primeiros cotistas da UERJ… Uma coisa foi entrar na faculdade; Outra coisa é se manter lá.
Cursos importantes como medicina e direito exigem tempo e dinheiro, esse último é coisa meio escassa para várias pessoas e isso atinge diretamente a classe mais beneficiada com as cotas racistas. Sem ter como se manter na faculdade, muitos acabam saindo.
No final, de que adiantou a cota?

O que eu acho é o seguinte: Não deveriam existir cotas. A lei diz que todos são iguais e favorecer uma raça, classe, etc estaria indo contra esse direito universal que consta na constituição.
Não é a toa que muitas pessoas entram na justlça contra essa idéia estúpida e acaba ganhando.
Os defensores da lei dizem que é uma forma de tentar corrigir o que foi feito contra negros escravos na época da abolição. Só que esquecem que o Brasil é um país tão misceginado que é difícil encontrar alguém que seja 100% branco, 100% negro, etc… Então nesse caso as cotas deveriam valer para praticamente todos os brasileiros…

Porém se querem inventar uma segregação, façam essas cotas de uma forma mais justa! De acordo com a comprovação de renda do indivíduo (atestado de pobreza), deve se também pensar em algum tipo de mesada para que a mesma possa se manter na faculdade.
Tudo isso deve ser pensado antes de se colocar os pés pelas mãos. Confesso que se eu estivesse entrando na faculdade nessa época de cotas e me sentisse prejudicado, entraria na justiça. Seria o mínimo a ser feito nesse caso tão absurdo.
A Revista Época trouxe na sua edição No 568 uma matéria muito interessante sobre assunto. É clicar aqui e ler (acredito que tenha que ter cadastro na Editoria Globo).

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