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Roteiro de viagem: Gramado, RS

Gramado é um lugar muito bonito e merece pelo menos 5 dias para aproveitar a maioria dos museus e parques (e acredito que não consiga ir a todos com o devido tempo). Vou passar aqui algumas dicas.
Algumas peguei com amigos outras fui observando ao longo da viagem.

A distância do aeroporto de Porto Alegre é de aproximadamente 120 km. As estradas entre Gramado e Porto Alegre são boas, porém existem dezenas de radares limitando a velocidade entre 50 km/h (lombadas eletrônicas), 60km/h e 80km/h (com radares móveis ou ocultos).
Reserve umas 2 horas e meia no mínimo para o deslocamento de ida e outras tantas para o retorno.

Alugue um carro.
Definitivamente é a melhor opção para se locomover entre tantos parques. Utilizei a Infinit Auto Locadora, uma locadora local que ofereceu um bom preço por um Logan (Em torno de R$ 90,00 com quilometragem livre), além do preço, fui muito bem atendido tanto na recepção quanto na entrega do veículo. Quando cheguei em Porto Alegre, o carro já estava me esperando no aeroporto e entreguei o carro no mesmo lugar. As regras da locadora eram bem simples: entregar o carro como ele foi me entregue, limpo e com tanque cheio. No caso da higienização, eles te cobram antecipadamente R$ 25,00 e te devolvem se o carro estiver limpo (coisa difícil de ocorrer, porém o valor é justo). Para quem nunca alugou carro, fica a dica de fazer um checklist completo ao pegar o carro, marcando batidas, arranhões e tudo que o carro já tiver de defeito para que não seja cobrado depois. Eu, por exemplo, pedi para marcar até as calotas arranhadas (vai que…)

Existem algumas opções de estrada entre POA e Gramado. Tome cuidado com as opções possíveis no GPS:

Na ida, por exemplo, usei o NDrive que me jogou por fora das estradas com pedágio (OK até aí, mas o problema é que cai em uma estrada de terra…).

Saímos do aeroporto bem cedo e o Voo (da Gol) que pegamos não oferecia nenhum alimento, logo, se estiver com fome, coma algo no aeroporto mesmo. Não vi muitas opções no começo da BR-116.
Na estrada, paramos na Tenda lancheria, um lugar bem simples, porém legal. Pedimos um misto quente… No sul eles não comem misto quente com presunto como no Rio, usam linguiça ou salame.

Optamos pelo Hotel Alpestre. O café da manhã deles é sensacional e as instalações também. Eles possuem piscina externa, térmica, quadra de tênis, recreação infantil, spa… Enfim.

Alpestre

Gramado possui centenas de restaurantes. Impossível conhecer todos em uma viagem só. Vou falar dos restaurantes (e parques/museus) que visitei.

O Restaurante Petit Brasil foi a primeira parada. Aceita cartões. Lugar bonito e agradável; Comida gostosa e preço levemente salgado. Aliás, Gramado não prima pelo preço baixo no quesito alimentação, porém você é sempre muito bem atendido e se sente satisfeito com os pratos.

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Um passeio legal é no Lago Negro que tem pedalinhos no formato de cisne e caravela. Preço (pagamento somente em dinheiro) varia entre R$20 e R$30, dependendo da opção (caravela, cisne, etc). O Lago tem bom espaço para pedalar e algumas lojas no entorno; É um lugar tranquilo.

Largo da Borges é tipo um mini shopping e fica ao lado do Palácio dos Festivais. O ponto alto é a Gelateria veneta. Lá vende gelato… E é muito, muito, muito bom! Vá!

Achamos um rodízio de pizzas (o rodízio só funciona à noite), chamado Vale quanto pesa. Excelente! Atendimento muito simpático, comida boa, clima agradável e um preço justo.

Na estrada entre gramado e canelas fica o Mamma Mia. Prepare-se para comer muito.Vá com fome! Oferecem rodízio de massas, porém antes, uma sopa de capeleti (excelente) fora saladas, galeto, etc. Sai rolando… nem consegui comer a sobremesa, já inclusa. Aceita cartões.

Em frente ao Palácio dos Festivais fica a Rua Coberta, também na Borges de Medeiros. Vale escolher um restaurante lá. Tem várias opções. No último dia, escolhi o Beiruth. Eles servem um entrecot para dois que tem um preço muito bom e a comida também é muito gostosa. Aliás, entrecot seria filé. O lugar aceita cartão. Sugiro ficar na parte de dentro do restaurante.

Como a Borges de Medeiros tem muitas opções, vale deixar o carro por ali e andar pela rua.
Em Gramado, para estacionar, você encontra as Zona Azuis em algumas ruas. Basta observar as placas e as delimitações de vaga. Caso você estacione em uma dessas vagas, procure por perto um parquímetro. Sim, em Gramado não há flanelinhas! Mas existem “monitores”. Eles basicamente verificam o estacionamento e trocam dinheiro em papel por moeda, já que os parquímetros só aceitam moeda. O aparelho irá imprimir um papel com o tempo de estacionamento. Coloque no para-brisa do carro. Você pode ficar parado por até 3 horas (dependendo do quanto inseriu de dinheiro).
Algumas ruas laterais não tem zona azul, então pode-se estacionar sem problemas, desde que respeite as sinalizações.
Dica: Respeite SEMPRE a faixa de pedestres! Sempre! Não vi sinais de trânsito lá (e muitas rotatórias). E as faixas de pedestres são respeitadas. Se um pedestre fizer uma menção de atravessar, pare o carro.
Também não vi blitz porém, se estiver dirigindo, uma opção é o suco de uva ao invés do vinho. É muito mais gostoso do que o vendido aqui no Rio. É natural, puro e sem açúcar! Delicioso. Vou procurar onde vende aqui no Rio desses.

Mini Mundo

Vá ao Mini Mundo! É excelente passeio e um preço justo. Vai gastar umas 2 horas ou mais, dependendo de como você quer visitar e/ou fotografar cada mundo apresentado lá. Só aceita dinheiro

Outro passeio muito bom é a visita ao GramadoZoo: Um zoológico muito bom que te leva para bem perto dos animais. Alguns ficam soltos perto de você. Atenção: somente animais da fauna brasileira, logo, nada de elefantes, camelos, hipopótamos, etc.

Visite também o Parque Gaúcho: Conta a história, criação e costumes Gaúchos. Você pode comprar os ingressos (Zoo mais Parque Gaúcho) na mesma bilheteira, em frente ao zoo, porém pegue o carro para ir ao Parque Gaúcho, já que é uma boa distância de se andar… Eu fiz os 3 passeios (Mini Mundo, Zoo e Parque) no mesmo dia. Tanto o Zoo quanto o Parque Gaúcho aceitam pagamento em cartão.

No mesmo dia, escolhemos o Restaurante Nonno Mio para almoçar.
O restaurante é 10! O galeto e as massas são excelentes e o atendimento também é muito bom. Aceita cartões.

Se quiser um lanche, o Skillo lanches tem preços bem honestos e os lanches são legais, porém o x-burguer é feito de carne de boi e não hambúrguer, como no Rio. Matheus não gostou… O Bauru é enorme e gostoso, mas veio com um molho de tomate em cima… Achei que não ficou muito bom. Aceita cartões.

Mundo a vapor

Visite o Mundo a vapor. Fica na estrada entre Gramado e Canela. O lugar é muito legal. Você vai conhecer ou entender melhor como funciona uma usina termoelétrica, hidroelétrica, etc.
Aliás, na estrada estão vários dos museus e parques que visitamos (Mundo a Vapor, Mundo Encantado, Hollyqood Dream Cars)…

Existem 4 lugares que valem a visita e que se forem interessantes para você, vale comprar os 4 ingressos de uma vez:
Dreamland Museu de cera: Se você já foi no Madame Tussauds, vai achar esse museu fraco. Acho ruim o fato de não deixarem tirar fotos das estátuas (afastadas por fitas). Irão te oferecer fotos no barco com Jack Sparrow, No Salão Oval e com o Homem Aranha. Como os ambientes são legais, você acaba escolhendo algumas e comprando.
Harley Moto Show: Basicamente, muitas Harleys expostas, mas você não pode encostar nelas, infelizmnete.
Hollywood Dream Cars: O melhor dos 4 museus na minha opinião. Muitos carros clássicos como Cadillacs!
Super Carros: Carros esportivos da atualidade. Você pode até dar uma volta em uma Ferrari, por exemplo. Eu não tive “coragem” de dar R$300 para andar alguns minutos e acompanhado por alguém…

Separe um dia ou dois dias para ir para Canela (e adjacências). Canela é bem mais simples que gramado e tem alguns restaurantes com buffet com preços mais baratos porém bem mais simples… Se quiser comprar chocolates, existem dezenas de lojas na estrada entre gramado e Canela. Existem também dezenas de parques em Canela. No meio da cidade fica a Catedral de Pedra. Linda.

Cascata do Caracol

Visite o Parque do Caracol. Você terá visão da queda d’água. Existem um mirante gratuito que tem uma boa visão. Existe também um observatório ecológico (que fica uns 30 metros acima do mirante gratuito), acessado por um elevador, mas esse é pago. Não vale a pena, ainda mais se quiser tirar fotos decentes já que ele é envidraçado.
No parque existem restaurantes, um trenzinho (com uma visita a uma vila dos Imigrantes). Uma escadaria (escadaria da perna bamba) de 927 degraus que te leva para a base da Cachoeira. O equivalente a um prédio de 36 andares. Só vá se tiver disposição e lembrar que terá que subir tudo de novo…

O Alpen park (também em canelas) é bem legal. Eles possuem arvorismo, escalada, tirolesa, montanha russa entre outras coisas. A mais maneira é o trenó. Vá nele! Aceitam cartões.

Florybal

Outro parque muito legal é o Florybal. Fica na estrada que leva ao Parque do Caracol. Estacionamento gratuito. Aceita cartões. Prepare-se para andar (e muito) pelo parque. Tem parte de dinossauros, índios, religioso. Se estiver com crianças é parada obrigatória.

O Parque Mundo encantado (aceita somente dinheiro) é um parque no estilo do Mini Mundo porém bem menor. Eles tem 5 maquetes reproduzindo Gramado (e Canela) em suas criações.
Uma maquete muito linda da história de Jesus também está exposta.

A Aldeia do Papai Noel (aceita somente dinheiro) tem a casa do Papai Noel (e o bom velhinho faz plantão lá para tirar fotos), uma fábrica, mirante voltado para a estrada Gramado-Canela, renas de verdade, um monorail que liga a fábrica até a casa do Papai noel (R$ 10 por pessoa. Não vá a não ser que queria muito…)
Na loja, dentro da aldeia, você pode pegar um pedaço de madeira e escrever nele seus desejos. Depois, pode colocar na árvore dos desejos.

Leve dinheiro porque várias lojas, parques e restaurantes só aceitam dinheiro. Existem alguns bancos como Santander (No Centro de Gramado) e CEF (No Centro de Canela).
O tempo em Janeiro é me pareceu meu instável por que quase todos os dias chovia (pouco) e abria um sol de rachar a cuca. Talvez isso explique por que muitas lojas sempre tinha capas de chuva para vender. Porém, mesmo como sol, bastava ir para uma sombra que estava bem fresco e agradável. É bom levar um agasalho porque do nada pode cair um pouco a temperatura.

Acho que a metade de janeiro para frente é a melhor, já que entre Novembro e o meio de Janeiro ocorre o Natal Luz, onde a cidade fica bem cheia e os preços de estadia são muito mais altos. Na época em que fomos restaurantes e parques estavam bem vazios.

Roteiro de viagem: Tiradentes, MG

Viajamos no feriado de Nossa Senhora Aparecida para Tiradentes. A viagem do Rio para lá é um pouco longa, mas acredito que a forma mais acertada de ir é de carro, já que os pontos turísticos são mais afastados uns dos outros e para quem tem pouco tempo para curtir a cidade, de carro você consegue visitar mais pontos rapidamente.

Algumas observações de localização:
– Do Rio para Tiradentes são quase 340 quilômetros (dependendo de onde você saia);
– Eu levei na ida quase 6 horas para chegar, mas tive problemas como chuva, indisposição do meu filho e paradas consecutivas. Na volta foram 4 horas, levando em conta uma parada para lanche e descanso;
– Para chegar em Tiradentes, pegue a Av. Brasil sentido Campo Grande, entre na Washington Luiz e siga sentido Petrópolis, pela BR-040 até Juiz de Fora. Em certo ponto, a estrada deixará de ser BR-040 para BR-265. Siga nessa estrada até Tiradentes se orientando pela placas que primeiro indicarão Juiz de Fora, depois Santos Dumont, Barbacena e por fim Tiradentes e São João Del Rei;
– Na BR-040 prepare seu bolso: Entre a Washington Luiz e Três Rios serão 3 pedágios (atualmente cada um sai por R$7,50) ida e volta;
– Assim que sair da BR-265, você já estará em Tiradentes, basta seguir por essa avenida (Av. Gov. Israel Pinheiro) alguns poucos quilômetros até encontrar a linha férrea e praticamente já estará no Centro da cidade.
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Clima:
Talvez por ficar colada a Serra de São José (que me pareceu mais uma parede gigante), o clima em Tiradentes é de dia agradável a quente e noites frias. No hotel por exemplo, nem usamos ventilador ou ar condicionado a noite. Pelo contrário…
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Bancos:
Cuidado, na cidade só existe Itaú e Bradesco. Na lotérica, que fica no Largo das Forras você pode utilizar os serviços da Caixa Econômica. Outros bancos somente em São João Del Rei e não são todos.
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Estadia:

Existem muitas pousadas e hotéis na cidade. A maioria no estilo rústico. Ficamos na Pousada Serra Vista que atendeu as expectativas, porém achei que a gerência estava se descuidando na parte externa da pousada, mas nada absurdo.

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Pontos turísticos:
Na cidade existem várias igrejas, museus, restaurantes, praças para se conhecer. A maioria das atrações são acessíveis ou de graça (acesso a museus e igrejas) e vale a pena conhecer para se ter noção de um pouco da cultura deixada da época do império;
O centro histórico, diferente de outras cidades como Paraty, pode ser atravessado de carro (só cuidado porque a rua é de pedra e cascalho e muito ruim para a suspensão do veículo, então trafegue com cuidado);

Santuário da Santíssima Trindade (1810). Fica mais distante do Centro, porém tem uma bela visão e um lugar muito calmo;

Igreja Matriz de Santo Antônio (1752). É a principal igreja da cidade. Paga-se R$3,00 pela entrada e não é permitido foto do lugar;

Museu Padre Toledo (1777). Tem várias peças de arte da época de Tiradentes e um calabouço onde escravos ficavam trancados. Esse calabouço, por sinal, é muito deprimente e dá tristeza só de lembrar um pouco do passado obscuro do Brasil e o museu está em péssimo estado de conservação em alguns pontos;
Chafariz de São José (1749). Abastecia a cidade com água potável e servia para lavar roupas na época.
Igreja de São Francisco de Paula (1718). Uma das várias igrejas fechadas para visitação. A vista de um belo pedaço da cidade é a atração do local.

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Restaurantes:
Na cidade gostamos de alguns restaurantes como Vovó & Cia; Restaurante da Mercês (comida caseira muito boa) e Sapore D´Italia (massas e vinhos)

Existe também um passeio que todos falam de trem com uma Maria Fumaça, um trem de 1919 feito nos EUA.
O passeio em si é caro (R$30,00 por cabeça incluindo ida e volta), demora 35 minutos entre mato, pastagens e lagos que liga Tiradentes a São João Del Rei, porém, se resolver fazer, procure um dos guias que oferecem seus serviços ainda na estação de Tiradentes. Por algo entre R$20,00 e R$30,00 por cabeça, eles te levam para um passeio de até 01 hora e 30 minutos em São João Del Rei para conhecer várias igrejas e contar histórias muito interessantes. Nós fizemos esse passeio “rápido” de van e valeu muito a pena pelas histórias e cultura. E convenhamos, foi melhor do que não ter o que fazer lá até a hora de saída do trem de volta para Tiradentes.
Uma das atrações enquanto você espera o trem ficar pronto para seguir viagem, é giro necessário para fazer o trem virar para São João Del Rei. Isso é feito manualmente pelos funcionários utilizando uma rotunda.

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Alguns pontos turísticos de São João Del Rei:

Catedral Basílica N.S. do Pilar: Uma das mais ricas em ouro e uma das poucas que permitem que você fotografe a vontade. Não é cobrado nada para entrar e é uma das igrejas mais lindas que já conheci;
Igreja de São Francisco de Assis: Sustenta um belíssimo lustre em cristal Bacarat e tem obras de Aleijadinho. Uma das mais belas Igrejas também;

– Solar da Baronesa de Itaverava e Solar dos Neves: Belos solares (entenda como solar uma casa que possua varanda para visualizar o sol).

Outro ponto muito legal de ter feito o passeio com um guia, foi ter ouvido alguns causos que explicam algumas expressões usadas por nós hoje:
– Dizia que não havia, na época, molde para fazer telhas e por isso se usavam as coxas dos escravos como moldes. Isso explica um “trabalho feito nas coxas”;
– Na época que Portugal ainda comandava, o Rei solicitou que todos os “de posses” enviassem para Portugal, ouro, para que Lisboa fosse reconstruída. Aos que contribuiram, foi pedido que colocassem duas linhas onduladas, abaixo do telhado, em suas casas: Eira e Beira. Quem não havia contribuido, era alguém “sem eira nem beira”;
– Na época havia também algumas procissões, que na verdade eram apenas para roubar o ouro da localidade. Os ladrões colocavam por dentro das imagens, ocas, todo o ouro roubado e assim passavam pela cidade sem ninguém desconfiar. Era o famoso “santo do pau oco”;
Entre outros causos…

De volta a cidade de Tiradentes, vá as compras se você se interessa por arte. Existem várias lojas com todo dia de arte. Aproveite e dê um pulo em Bichinho (Fica uns 5 quilômetros para dentro da cidade) e lá você terá várias lojas de oficinas de arte muito legais. Só fique atento para os preços. Em Tiradentes, encontrei um peça que a Soraya gostou custando R$180 em uma loja e a mesma peça por R$35,00 duas lojas abaixo. Aliás, indico a loja de fábrica Toque Mineiro, fica no Largo das Forras (centro de Tiradentes) lá você tem blusas, imagens, e arte no geral por um preço bem mais em conta que todas as outras lojas e todo o material é de excelente qualidade, o que me fez pensar porque as outras lojas cobram tão caro por produtos iguais…

No caminho para Bichinho, passe pelo Museu do Automóvel da Estrada Real, dezenas de carros raríssimos e antigos estão em exposição, a entrada é apenas R$5,00 e você pode ler sobre os veículos e tirar fotos a vontade.

Uma coisa me deixou triste foi ver que alguns pontos como o Museu do Padre Toledo, um poço de cultura, está caindo aos pedaços e me parece que conta apenas com a contribuição dos visitantes (o ingresso é R$3,00 por pessoa). É triste ver que a cultura do seu país está se desintegrando e os governantes não cuidam desse patrimônio.

Bom, acho que era isso que eu queria passar. Em uma escala de 0 a 10 para essa viagem, eu dou 9. E é certeza de volta a Tiradentes.