Larvicida Diflubenzuron para Dengue (Via Ex-Blog Cesar Maia)

A prefeitura do Rio está treinando servidores para trabalhar com um novo larvicida para o combate a dengue chamado de diflubenzuron.

1. Este larvicida nunca foi utilizado no mundo para o combate a nenhum tipo de praga nas áreas urbanizadas.

2. Nunca foi utilizado em água potável (aqui no Rio será utilizado em água potável).

3. Não há autorização para ser utilizado em área urbana, USO EXCLUSIVAMENTE AGRÍCOLA.

4. Não há estudos sobre os males causados no caso do consumo deste produto, OS MECANISMOS DE TOXICIDADE EM HUMANOS NÃO SÃO CONHECIDOS

5. Ao contrário, o publicado no diário oficial do dia 27 de outubro de 2009, na bula do produto pela classificação da Anvisa o produto é: CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA – I EXTREMAMENTE TÓXICO / CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL.

6. No informe da Anvisa: “INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS E DE 24 HORAS”. Se o produto é tão perigoso a ponto de o intervalo de reentrada da área tratada ser de 24 horas, como então poderá ser utilizado em áreas urbanas e em casas?

7. No rótulo do produto há uma enorme caveira que é o símbolo universal do perigo do risco de vida.

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21 opiniões sobre “Larvicida Diflubenzuron para Dengue (Via Ex-Blog Cesar Maia)

  1. Sou agente de saúde ambiental,concordo plenamente.
    esse produto é altamente tóxico,sentimos na pele(eu e toda minha equipe de trabalho)coceira,olhos ardidos e dor de cabeça.Quem aprovou esse “VENENO”?
    com certeza não vai sentir seus efeitos.

  2. sou agente de saude, acho que esse larvicida é altamente tóxico pois a concetraçao é de 25 por cento enquanto o temephos é de 1 por cento, eu trabalhava com ele e sempre ficava com os lábios ressecado e espirrava muito au término de cada dia.

  3. Estou preparando um palestra para o treinamento do pessoal de campo para a utilização do diflubenzuron 25. estou a procura de trabalhos cientificos que confirmem a toxocidade do produto. Me indica algum????

  4. PRECISAMOS BARRAR ESTE PRODUTO NO NOSSO ESTADO! O PRÓPRIO FABRICANTE COLOCA EM SUA BULA VARIAS SITUAÇÕES QUE NÃO ESTÃO CHEGANDO NO CAMPO. PRECISAMOS GRITAR! QUANTOS VÃO SE CONTAMINAR ATÉ QUE TOMEM ALGUMA PROVIDÊNCIA.

  5. Publiquei a mesma coisa em meu Blog e houveram manifestações contrárias ao que publiquei. É triste porque eu fiz publicar uma coisa que todo mundo pode comprovar e, mesmo assim, médicos e profissionais da área me recriminaram. Gostaria de convidá-lo a acessar a discussão e aproveitar para manifestar a sua opinião sobre o assunto por lá.

    Thales Bruno

  6. Concordo que é experimental…
    Mas vale lembrar que o BTI é uma porcaria…
    no combate a Dengue, é digno de nota que o tratamento
    é o último recurso, o que temos que fazer é conscientizar a população a fazer a sua parte, pois assim, nós não precisaríamos usar BPU, e não teríamos de usar o novo larvicida, mas se for o caso; eu prefiro o uso do Larvicida, ao ter de ver o choro de um pai por causa do filho…
    Pois algo que foi falado é se não for BPU será outro, que poderá ser mais TOXICO…

  7. AQUI EM SALVADOR BA. NÓS AGENTES DE ENDEMIAS ESTAMOS TRABALHANDO COM ESSE PRODUTO E VERIFICAMOS QUE OS EFEITOS CAUSADOS POR ELE ESTÃO POR TODA PARTE: SÃO EGENTES COM DORES ESTOMACAIS,DIARREIAS,OLHOS IRRITADOS,NAUSEAS,DORES DE CABEÇA SEM CONTAR COM AS IRRITAÇÕES. GOSTARIA DE RECEBER ALGUMA COISA DE PROVEITOSO POIS TRATA-SE DE NOSSA SAÚDE JÁ QUE TRABALHAMOS PARA ELA, AGRADECIDO.

  8. OLÁ SOU AGENTE DE ENDEMIAS AQUI DE SALVADOR. ESTA SEMANA JÁ FUI ATENDIDA NO CIAVE DO HOSPIRAL R. SANTOS E O MÉDICO ME AFIRMOU QUE ESTAVA C/ INTOXICAÇÃO DEVIDO A UTILIZAÇÃO INADEQUADA DO DIFLUB. POIS NÃO TEMOS OS EPIS.

    NO ENTANTO DR. GUSTAVO ME DISSE QUE NÃO PODERIA FAZER NADA NEM UM RÉLATÓRIO CONFIRMANDO ISSO, PORQUE NÃO EXISTE AINDA NEHUM EXAME QUE COMPROVE ESSA INTOXICAÇÃO, SOMENTE AS CONSEQUÊNCIAS DELA (CEFALÉIA -NÃO PASSA C/ ANALGÉSICO, NAUSEAS, VÔMITOS, DIARRÉIA, TONTURA, PRESSÃO BAIXA, ETC)E TAMBÉM AFIRMOU QUE NÃO IRIA FAZER UM RELATÓRIO MÉDICO, POIS, DESTA FORMA ESTARIA FAZENDO ALGO CONTRA A SECRETARIA DE SAÚDE, PELA FALTA DO EPI E SUAS CONSEQUÊNCIAS.

    O PIOR É QUE QUEM NAO APRESENTAR OS SINTOMAS AGORA IRÁ APRESENTAR DAQUI A ALGUNS MESES OU ANOS. VAMOS NOS UNIR E IMPEDIR A UTILIZAÇÃO DESSE VENENO EM TODO PAÍS. AGUARDO CONTATO. OBG.

    • Sou agente na cidade de Quixadá-CE e concordo com vc. Veja isso aqui: http://www.scientificcircle.com/pt/48578/metemoglobinemia-diagnostico-tratamento/

      Metemoglobinemia: do diagnóstico ao tratamento

      Autor(es):
      Nascimento, Tatiana Souza do (Instituto Nacional de Cardiologia. Serviço de Anestesiologia);
      Pereira, Rodrigo Otávio Lami (Instituto Nacional do Câncer);
      Mello, Humberto Luiz Dias de (UFRJ. Hospital Universitário Clementino Fraga Filho. SBA Prof. Bento Gonçalves. CET);
      Costa, José (CET Hospital Naval Marcílio Dias).
      Fonte:
      Revista Brasileira de Anestesiologia; volume 58, número 6, páginas 651-664. Dezembro 2008.
      Assuntos:
      COMPLICAÇÕES; MONITORIZAÇÃO; MONITORIZAÇÃO.
      Resumo:
      JUSTIFICATIVAS E OBJETIVOS: A metemoglobina é a forma oxidada da hemoglobina, que além de não se ligar ao oxigênio, aumenta a afinidade deste pela porção parcialmente oxidada da hemoglobina. A concentração aumentada da metemoglobina no sangue decorre de alterações congênitas e de exposição a agentes químicos diversos, resultando em quadro com múltiplos diagnósticos diferenciais, que se não tratado pode levar ao óbito. Foi feita revisão sobre o assunto, dando ênfase às informações relevantes para o manuseio clínico dos pacientes. CONTEÚDO: Quando a concentração sangüínea de metemoglobina está acima de 1,5% surge a cianose, característica principal da doença. Os pacientes apresentam sangue arterial de coloração marrom-escuro com a PaO2 normal. O diagnóstico deve ser suspeitado em pacientes que apresentem cianose e baixa leitura de saturação ao oxímetro de pulso (SpO2), sem que haja comprometimento cardiopulmonar significativo. A co-oximetria é o método padrão-ouro e define o diagnóstico. No tratamento dos pacientes devem ser considerados o caráter agudo ou crônico da síndrome (etiologia) e a gravidade dos sintomas. A concentração sangüínea de metemoglobina é importante, sobretudo nos casos agudos. O tratamento básico consiste na remoção do agente causador, administração de oxigênio e observação. Casos graves devem ser tratados com azul-de-metileno, antídoto específico, porém ineficaz em algumas situações. CONCLUSÃO: A metemoglobinemia é condição potencialmente grave, cujo diagnóstico depende do alto grau de suspeição. Em geral, os anestesiologistas, no período perioperatório, são os primeiros a detectarem o problema e devem liderar a condução do tratamento.

  9. BOM DIA EU SOU AG. DE SAUDE EM SALVADOR/BA AQUI ESTAMOS TRABALHANDO COM O DIFLUBEZURON 25%. SEM O TREINAMENTO NEM OS EPIs NECESSARIOS PARA MANIPULAR ESSE PRODUTO. NÃO CONHEÇEMOS NEM TEMOS INFORMAÇÕES SOBRE O VENENO DE USO AGRICULA QUE SENDO UTILIZADO EM MEIO URBANO. NÃO REALIZAMOS EXEMES PERIODICOS PRA AVALIAR A NOSSA SAUDE. EU MESMO TÓ SENTINDO A PERDA DE SENSIBILIDADE NAS PONTOS DOS DEDOS,FORMIGAMENTO NOS BRAÇOS E CEFALEIA. SOLICITO INFORMAÇÕES SOBRE ESSE PRODUTO. 12/12/2010

  10. É UMA COVARDIA, O QUE É IMPOSTO A NÓS, AGENTES QUE TANTO FASEMOS PELO BEM COMUM. PAGAMOS COM A PRÓPRIA SAÚDE E AS VESES ATÉ A VIDA! ENQUANTO A INDUSTRIA QUIMICA GANHA MILHOES! JA SENTI, EFEITOS NOCIVOS DO DIFUBENZURON, NO PREPARO DA SOLUÇAO MÃE.
    DEFENDEMOS BRAVAMENTE A POPULAÇAO,E NESTA HORA, QUEM PODERÁ NOS DEFENDER?

  11. Quanto ao Bti, desculpem mas ele pode ser extremamente efetivo se o aplucação for correta e se o produto comercial escolhido for de qualidade, visto processos licitatórios que procuram apenas o menor preço levam a crer que bti não funciona.

  12. E o mais importante é 100% seguro as nós e a grande maioria das espécies, sendo danoso apenas para certas espécies que incluem o aedes e culex (dengue e pernilongos).

  13. oi sou agente de endemias em salvador e estou sentindo formigamento no corpo coceiras irritaçao nos olhos dor de cabeça diariamente tontura e estou com meus pés e braços enchando além de palidez que chegam a comentarem estive na junta medica e ela mim disse que outros agentes estao com o mesmo problema,e disse que nao tem um teste especifico para esse produto ainda,quando era o temofós tinha(colinesterase)e agora estamos como cobaia? além dos ricos do dia a dia que corremos nesse trabalho,estamos arriscando a nossa saude por nessecidade

  14. desculpa pessoal mais niguem nos ouve nao adinta a nao ser que eles parem de fazer testes com ratos e passem a fazer testes com eles mesmo!! ai sim nos teremos certeza de que nao fara mal nenhum a nos !!!!!!!!!!nao estou certo?????!!!!!!!!!!!!!!!

  15. Prezado Marcos Arouca

    Permita-me a comentar seu artigo sobre o Diflubenzuron, e minha intenção é apenas, esclarecer os fatos à luz da realidade cientifica atual, no que diz respeito ao produto, pois sou técnico do Programa Nacional de Controle da Dengue do Ministério da Saúde.
    Com relação às informações postadas sobre o Diflubenzuron em outros Blogs, existem fatos que vou tentar esclarecer. Vamos primeiro comentar sobre o “link” postado em outros Blogs (e que tem sido visitado por centenas de ACE/ACS) onde se refere como “nota técnica” da Anvisa, mas na realidade, é apenas uma apresentação (Power Point) feita por técnico da órgão regulador em uma Oficina promovida pela SES/RJ para, a princípio, tratar da indicação do uso de EPI aos ACE no âmbito do Rio de Janeiro, da qual participei
    Em decorrência do posicionamento da Anvisa , que informou na ocasião que estava em andamento uma revisão da Categoria toxicológica do Diflubenzuron passando da Categoria IV (pouco toxico) para a Categoria II (medianamente toxico, e não altamente tóxico como referido no Blog), os dirigentes da Secretaria de Vigilância em Saúde, convocaram logo após, uma audiência com o Presidente da Anvisa, Dr Dirceu Raposo de Melo, que após as discussões, informou o seguinte em ata assinada pelos participantes:
    “Esclareceu-se que o DIFLUBENZURON (Agente larvicida) pode ser utilizado, e que o que se está discutindo, é a proteção do trabalhador (EPI) que vai manipular e pulverizar o produto.
    A reavaliação do produto formulado não se dará imediatamente, porém é sabido que o produto formulado é de nível 4 (quatro) e deverá permanecer como tal; a reavaliação trata do produto para uso agrícola e não em saúde pública (no combate à dengue).
    O produto formulado classificado como nível 4 é de conhecida segurança quando utilizado dentro dos padrões e indicações preconizadas e com a devida proteção dos trabalhadores”
    Esta ata é inclusive, assinada pelo autor da apresentação referida como “nota técnica”.
    É necessário entender que, não se compara a exposição do aplicador nas atividades agrícolas, com a exposição que poderia ocorrer decorrente do seu uso em saúde pública. Nota-se que a mudança se dará para formulações de uso agrícola pelo fato de alguma evidencia de irritação ocular.
    Um fato que deve ser esclarecido, é que, TODOS OS INSETICIDAS UTILIZADOS EM SAÚDE PUBLICA SÃO PRODUTOS DE USO AGRÍCOLA, pois não existe interesse por parte dos laboratórios produtores, em desenvolver produto específico para esta finalidade. Este é o motivo da embalagem trazer informações sobre agricultura e não sobre saúde pública.
    Os inseticidas adquiridos pelo Ministério da Saúde para distribuição aos municípios por intermédio das Secretarias Estaduais de Saúde, são necessariamente, preconizados pela OMS pelo WHOPES – WHO Pesticide Evaluation Schemme.
    Todos ingredientes ativos, antes de serem indicados, passam por uma completa revisão da literatura cientifica, onde se analisará todos trabalhos disponíveis até a data da avaliação.
    Periodicamente a OMS submete estes produtos a uma revisão rotativa da literatura (Rolling revision), de maneira que sempre, estão sendo avaliados. Este fato agrega segurança nestas indicações, pois temos certeza que especialistas estão sempre atentos ao que pode aparecer de novidade sobre o produto. O Diflubenzuron passou por este processo antes de ser liberado pela OMS para uso em saúde pública.

  16. Com relação aos produtos que serão utilizados em água de consumo humano, os protocolos de segurança são ainda mais rígidos, e ocorrem no âmbito do Programa Internacional de Segurança Química – IPCS, entidade máxima que trata de assuntos relacionados à segurança de substâncias químicas. O IPCS é vinculado à OMS, à UNEP (Organização das Nações Unidas para o Meio Ambiente) e à OIT (Organização Internacional do Trabalho).
    As liberações de produto para uso em saúde pública em água de consumo humano são coordenados no IPCS pelo GDWQ (Guidelines Drinking Water Quality), sendo que, até o momento 5 substâncias são utilizadas para uso em água potável: (i) temefós, (ii) Bti, (iii) diflubenzuron, (iv) novaluron, (v) piriproxifen. Mais recentemente foi liberado o Spinosad que tem mostrado excelente atividade larvária contra o Aedes aegypti e integrará as opções de controle no Brasil.
    Vejam quantas substâncias podem ser utilizadas, e que, se não se repassar informações seguras e corretas à população, somos responsáveis pela disseminação da insegurança, incerteza, desassossego e pânico aos usuários e à população.
    Devemos acreditar que as referencias (OMS, IPCS, FAO etc.) são sérias e confiáveis, e senão agirmos assim voltaremos à idade das trevas, não confiando mais em nada que se diga.
    Em documento oficial a OMS assim se refere: “Algumas substâncias são utilizadas em água potável para controle de vetores. É conveniente que não se criem diretrizes restritoras que impeçam o seu uso. Deve-se buscar um equilíbrio entre a qualidade da água e a necessidade de controlar vetores. Entretanto é conveniente que as doses sejam as menores possíveis”.
    Esta informação é bastante sóbria e direta e passa o recado: o risco existe, e necessita-se de tratar este tipo de água – não atrapalhem.
    Lembrem-se o produto é de Categoria IV (DL50 = 4.600 mg/Kg PV), sendo então do grupo das substâncias pouco tóxicas.
    O fato que deve ser entendido é que um dos produtos da quebra da molécula do BPU é um precursor da 4-cloro-anilina que tem ação meta-hemoglobinizante (formação de meta-Hb). É necessário informar que ao nosso redor estamos diária e diretamente em contato com centenas de outras substâncias com o mesmo efeito, como por exemplo: anilinas e corantes diversos, pigmentos azoicos (tingimento de jeans), tintas gráficas, medicamento como primaquina, cloroquina, plasil, nitritos e nitratos (mortadela, salames), e pasmem: alguns legumes vermelhos.
    Os procuradores do apocalipse, de maneira intencional ou não, colocam uma lupa de aumento apenas em cima do BPU e não citam, ou não sabem, do fato de que inúmeras outras substâncias possuem o mesmo efeito.

  17. Não vamos aqui, relatar as fontes, pois seria muito extenso, mas deve-se acessar o site da OMS e IPCS para buscar estas referencias, mas o PBU não tem ação, carcinogênica, teratogênica, mutagênica enfim, nada se comprova com relação a isso. Caso houvesse alguma dessas evidências, o produto não teria sido autorizado pela OMS/IPCS para uso em água potável.
    Caso seja necessário, posso repassar estas referencias.
    No caso específico do Diflubenzuron, já é um produto utilizado em agricultura há quase 40 anos, sendo utilizado na cultura do milho, soja, fumo, maçã, pera, etc., além de uso na silvicultura e piscicultura.
    Pelo fato do BPU passar incólume pelo trato digestivo (mais de 85%) dos mamíferos, o produto é agregado como suplemento ao sal fornecido ao gado leiteiro para controle da mosca do chifre nas fezes (mosca hematófaga, Haematobia irritans). Há mais de vinte anos se usa o produto e não existem evidencias da presença do produto no leito consumido pela população.
    Portanto, já estamos em contato com o produto há muito tempo, e nem nos demos conta, pois não existem evidencias (comprovada por bons trabalhos científicos) de seus problemas à saúde humana, quando aplicado dentre das boas práticas agronômicas e de segurança.
    Com relação aos relatos de incômodos como alergias, dor de cabeça e coceiras durante sua aplicação, deve-se informar que o produto está sendo utilizado no Brasil todo, e não são relatados casos com frequência tal que chame a atenção. Casos particulares podem ocorrer, mas dentro de uma normalidade considerada esperada, e devem ser tratados de maneira conveniente, afinal existem casos normais de alergia ao consumo de ovos, camarões e chocolate.
    Cada vez fico mais convencido que a era da internet é a era da desinformação, pois caso não se tome cuidados na busca de boas fontes, ficamos com toda certeza, desinformados, devido aos “pescadores de água turva” soltos na grande rede.
    Constantemente somos questionados oficialmente pelo Ministério Público, e estamos acostumados a este contato, pois na rotina de trabalho respondemos a dezenas de indagações do MP oriundos de denuncias das mais diferentes origens.
    São apresentados os processos e importância do uso da substâncias no controle da dengue, além de evidencias convincentes originárias de fontes confiáveis, e isto tem sido suficientes para um entendimento racional da questão, pois são informações oficiais oriundas de órgãos reconhecidos.
    Paulo Cesar da Silva
    Sanitarista
    Programa Nacional de Controle da Dengue
    Ministério da Saúde

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